Sobre o autor


Luís Filipe Cristóvão nasceu em 1979.

Licenciado em Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, frequentou o programa de Mestrado em Teoria da Literatura na mesma instituição.
Tem trabalho disperso por revistas e antologias em português, castelhano, francês, inglês, alemão e lituano.

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Os seus primeiros trabalhos foram publicados na revista "Os Fazedores de Letras" e no Jornal "Frente Oeste", onde publicou um conjunto de crónicas ficcionais. A partir de 2000, criou a revista literária "quase", da qual viria a ser diretor até 2003, ano em que se suspendeu a publicação da mesma. Em 2005, essa publicação foi reativada com um novo nome, "Sítio", a qual depois de várias edições em papel, se edita atualmente online.

Coincidindo com o início de atividade como editor da Livrododia Editores, lançou o seu primeiro livro de poesia, Registo de Nascimento (poesia, 2005). Passo pouco mais de um ano, voltou a publicar um volume sob o título Pequena antologia para o corpo (poesia, 2007), uma edição do Ayuntamento de Punta Umbría, no sul de Espanha, com tradução de Manuel Moya. No mesmo ano, lançou E como ficou chato ser moderno (poesia, 2007), na Livrododia Editores, com uma seleção de poemas escrita ao longo de vários anos.

Santa Cruz (poesia/ fotografia, 2008) marcou uma nova vertente do seu trabalho, feito em parceria com Ozias Filho, autor das fotografias desta edição da Livrododia. Em 2009, lançou A Cabeça de Fernando Pessoa (poesia, 2009), pela Ardósia, seguindo-se em 2010 a publicação de Afonso e o Livro (infantil, 2010), um livro com ilustrações de Amélie Bouvier e que foi aconselhado pelo Plano Nacional de Leitura português, para atividades com alunos do 3º ao 6º ano de escolaridade.

Em 2014, publicou o livro Pedro Gosta (infantil, 2014), com ilustrações de Miguel Carvalho, na editora Oficina Raquel, do Rio de Janeiro. Tem no prelo um livro de poesia, a sair durante o ano de 2017.

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Durante todo este tempo manteve uma forte atividade na blogosfera, com a publicação dos blogues literários
esferovite, entre 2003 e 2006, e o homem que queria ser luís filipe cristóvão, em 2009 e 2010. Pelo meio, publicou 1 9 7 9, entre 2006 e 2009, onde conjugou a sua poesia e ficção com trabalhos de divulgação editorial e entrevistas. Num outro blogue, teoriza-te, podemos encontrar alguns dos seus trabalhos de crítica e teoria.